Nada de nada, não é simples viver,
Aparecer do lado e o acompanhar,
Vibrando, a medida do possível vivendo
Para renascer das cinzas ao teu lado.
[ Cintia Mara da Silva ]
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Que Seja
O vento nos trousse aqui, movendo lentamente ao luar,
Que seja infinita, a nossa vida entre palmeiras,
Que seja mais que tudo, simples e vivo na alma,
Que seja você, alegre e feliz para sempre,
E depois dorme no céu das águas...
[ Cintia Mara da Silva ]
Que seja infinita, a nossa vida entre palmeiras,
Que seja mais que tudo, simples e vivo na alma,
Que seja você, alegre e feliz para sempre,
E depois dorme no céu das águas...
[ Cintia Mara da Silva ]
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Ilusão de uma Fantasia
Maravilha pensar e dispensar as caras,
Da fantasia que esconde dentro de si,
E ninguém percebe, quando vê de longe,
Poderia conhecer pela outra cara, pela outra pessoa.
Guardando a imagem que representou.
[ Cintia Mara da Silva ]
Da fantasia que esconde dentro de si,
E ninguém percebe, quando vê de longe,
Poderia conhecer pela outra cara, pela outra pessoa.
Guardando a imagem que representou.
[ Cintia Mara da Silva ]
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Mistério
O som, o som do espaço é mudo,
O vácuo sem ar não responde ser imenso,
As coisas que somos não sabem de onde surgiu a nós mesmo,
Por varias explicações ainda acreditamos em DEUS, ou na CIÊNCIA?
É difícil saber, mesmo com a resposta toda e ainda duvidarmos,
Paginas e paginas de livros ainda causa duvida!
Serás mistério que nos seres humanos não sabemos ainda,
Duvida, duvida dividido entre partes grandes e pequenas,
Se alguém contasse a historia toda, e fosse verdadeira eu gostaria de saber,
Mesmo assistindo filme, e filmes de outros filmes que explicam,
Não é o mesmo da outra historia passada, e confunde tudo ao mesmo tempo,
De outras e outra especifica historia de sentidos e lógicas,
Pra falar a verdade não da pra acredita em nenhum dos dois,
E ciência explica de uma forma, Deus já é outro assunto do mundo existir,
Qual será a correta explicação?
Um mundo que existe, e não sabemos como existimos.
[ Cintia Mara da Silva ]
O vácuo sem ar não responde ser imenso,
As coisas que somos não sabem de onde surgiu a nós mesmo,
Por varias explicações ainda acreditamos em DEUS, ou na CIÊNCIA?
É difícil saber, mesmo com a resposta toda e ainda duvidarmos,
Paginas e paginas de livros ainda causa duvida!
Serás mistério que nos seres humanos não sabemos ainda,
Duvida, duvida dividido entre partes grandes e pequenas,
Se alguém contasse a historia toda, e fosse verdadeira eu gostaria de saber,
Mesmo assistindo filme, e filmes de outros filmes que explicam,
Não é o mesmo da outra historia passada, e confunde tudo ao mesmo tempo,
De outras e outra especifica historia de sentidos e lógicas,
Pra falar a verdade não da pra acredita em nenhum dos dois,
E ciência explica de uma forma, Deus já é outro assunto do mundo existir,
Qual será a correta explicação?
Um mundo que existe, e não sabemos como existimos.
[ Cintia Mara da Silva ]
sábado, fevereiro 20, 2010
Silêncio
Silêncio madrugada,
só os grilos e as estrelas,
surgindo, renascendo da noite,
nesse ar puro, das arvores ressonando sono.
Silêncio madrugada,
o jardim não é mais tranqüilo,
a multidão fez a festa,
sem reclamar de nada
o besouro na moita,
voando, voando.
Silêncio madrugada,
ninguém fala,
só os insetos movem
um simples barulho na estrada.
Silêncio, silêncio,
nem respeitam o sono
de muita gente,
me deixa escrever
um verso bem baixinho,
para que eu possa me recordar.
[ Cintia Mara da Silva ]
só os grilos e as estrelas,
surgindo, renascendo da noite,
nesse ar puro, das arvores ressonando sono.
Silêncio madrugada,
o jardim não é mais tranqüilo,
a multidão fez a festa,
sem reclamar de nada
o besouro na moita,
voando, voando.
Silêncio madrugada,
ninguém fala,
só os insetos movem
um simples barulho na estrada.
Silêncio, silêncio,
nem respeitam o sono
de muita gente,
me deixa escrever
um verso bem baixinho,
para que eu possa me recordar.
[ Cintia Mara da Silva ]
Sem Nome
O ar desce fresco nas brisas no sol o aquecendo,
Transparente, que carrega a poeira do sertão,
E minha avó indo, caminhando pela estrada, onde tem um pé lima,
O vento tão fresco, e ela com frio de medo,
E eu na cadeira observando, imaginando caminhar sobre as águas,
Como seria divertido se pudesse avo ar sobre as nuvens.
[ Cintia Mara da Silva ]
Transparente, que carrega a poeira do sertão,
E minha avó indo, caminhando pela estrada, onde tem um pé lima,
O vento tão fresco, e ela com frio de medo,
E eu na cadeira observando, imaginando caminhar sobre as águas,
Como seria divertido se pudesse avo ar sobre as nuvens.
[ Cintia Mara da Silva ]
domingo, fevereiro 07, 2010
Viagem Para Outro Lugar
Um novo poema sem começo,
E eu aqui sonhando versos,
Das estrelas que ao escurecer,
Finge brilhar a lua, no pequeno lago.
A madrugada que chega de repente, logo
Amanhece claro dia pela manhã sereno,
E os cisnes brancos viajam,
Para o outro lago, que existia em outro canto.
Si mesmo os versos andassem,
Por um mundo vazio pequeno sem chama,
Da lava de um dos vulcões explodiriam, sabendo
Que viajariam os poemas também para outro canto.
A si de andares pelos escuros,
Medo do que não direi o menos perguntasse,
Prefiro a primavera das flores do jardim,
Que enriquece nossa memória, e os versos que não tem fim.
[ Cintia Mara da Silva ]
E eu aqui sonhando versos,
Das estrelas que ao escurecer,
Finge brilhar a lua, no pequeno lago.
A madrugada que chega de repente, logo
Amanhece claro dia pela manhã sereno,
E os cisnes brancos viajam,
Para o outro lago, que existia em outro canto.
Si mesmo os versos andassem,
Por um mundo vazio pequeno sem chama,
Da lava de um dos vulcões explodiriam, sabendo
Que viajariam os poemas também para outro canto.
A si de andares pelos escuros,
Medo do que não direi o menos perguntasse,
Prefiro a primavera das flores do jardim,
Que enriquece nossa memória, e os versos que não tem fim.
[ Cintia Mara da Silva ]



