quinta-feira, março 18, 2010


Guerra de Todo o Dia

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E vi,
Era só o mundo de cabeças para baixo,
E vi,
Era só a paisagem do deserto árido,
O riacho do lago secou na matança de inocentes,
Os reis não existem mais, e as rainhas sumiram,
A colméia esta fazia, e fria com um vento gelado,
Foi quando ordenaram seus gafanhotos contra nós abelhas,
E as formigas levaram nosso mel.



[ Cintia Mara da Silva ]

segunda-feira, março 15, 2010


Pense e Veja Si Mesmo (a)

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Uma flor de um beija flor,
Um jasmim de uma borboleta,
Um pássaro de um avião,
E você o que serás?

Veja o céu aberto, em esplendido perfeito,
Veja o mar, e sua proeza em ondas de águas claras,
Veja você mesmo, e me diga se é perfeito,
Serás que não será um perfeito sabiá.

Olhe a cereja, não é doce,
Olha aquela melancia, não vermelha,
Olha para aquela gente, não é exibida,
Veja você mesmo, e as compare com ti.

O vento ventou nas nuvens,
O vento expandiu no ar puro e imaginário,
O vento será formato de uma folha branca e invisível,
E você? Serás como vento, que se forma desenho entre nuvens.

Orvalho de uma gota qualquer,
Orvalho de uma nuvem que brotou sementes,
Orvalho da serena noite ao dia,
Será você uma gota que alimenta as orquídeas.

A chuva em lagrimas de gotas,
A chuva renascendo à noite,
A chuva serás bela entre trovoadas,
E envelheceras com a tristeza desnorteada,
E você? Como estarás diante disso?

As nuvens no céu nublando amores,
As nuvens no céu abrindo flores,
As nuvens viajando em leves toques,
As nuvens parecem ser desenhos únicos,
Será que serás como as nuvens desse verso.

O ar correra puro e limpo,
O ar estas em ruas e jardins,
O ar nas alturas do céu estrelado,
O ar vivera para sempre ao seu lado,
Não me diz que não serás para sempre,
Porque você o respira perfeitamente.

O infinito além dos universos perdidos,
O infinito das coisas desconhecidas,
O infinito mais que menos não existido,
O infinito se pronunciará
Como um ser além não decifrado,
E você? Irá, além disso?

[ Cintia Mara da Silva ]

quinta-feira, março 11, 2010


Um Verso Amedrontado

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Onde o céu brilha,
O ar fica quente,
A história mais fria,
E o medo, intenso,
Será chuva de ventos
Que cobriu o céu do dia.

[ Cintia Mara da Silva ]

terça-feira, março 09, 2010


Como as Estrelas

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A janela do quarto se abre,
Mil estrelas no céu da noite,
Para sonhar, e olhar o dia clarear,
Seguindo para sempre ate que a luz se apague.

É quase infinito o tempo da terra.

Cada estrela se apaga,
Como nós, apodrecer na caminhada da vida.

O velho mar, mesmo sendo velho,
Surpresa das profundezas,
E ninguém sabe o que será isso.

[ Cintia Mara da Silva ]

segunda-feira, março 08, 2010


A Imagem

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A laranjeira tem flores em seus galhos,
O beija-flor caminhando entre elas,
A velha senhora curtindo seu dia,
Viajando em lugares de paisagem, e harmonia.

Visualizando sua arte,
E imaginado ser minha imagem,
Do rio que dessas pequenas cachoeiras,
Calmas tranqüilas paisagens,

Tudo esta claro nessa manhã,
Encontrarei velhas histórias de ontem,
No desenho de um jardim,
Flutuando no ar com as nuvens,
Para um dia viver observado o além.

[ Cintia Mara da Silva ]

sábado, março 06, 2010


Perdida na Floresta

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Volta tudo que estou perdida,
Na floresta dos inimigos,
Na clareira do lago
Dos corvos pretos no escuro,
Iria buscar a luz do labirinto.

[ Cintia Mara da Silva ]

Ventos do Mar Entre Luares

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Depois que chegaste à Lua,
O alento do mar, e o universo entre estrelas.

Surgirão nuvens no céu,
E os grilos a cantar para o jardim,
E saberemos a hora de cada estrela
Que Irá piscar para a noite clarear.


E a noite será como o dia,
Será como o vento que venta sobre Luares,
O dia não existirá mais,
Só uma cor linda do Sol
Que Irá aparecer na madrugada da noite.


[Cintia Mara da Silva]