Minha cabeça é uma comeia de abelhas,
Zuummmm, zummmm,zummmm,
Cabeça com cabeça, ó dor de cabeça.
[ Cíntia Mara da Silva ]
quarta-feira, maio 19, 2010
A tristeza
O fogo cobriu os olhos de quem chorou,
Sedento, resmoendo o que havia jogado fora,
Uma gota se queimou e evaporou em nuvens de tristeza.
[ Cíntia Mara da Silva ]
Sedento, resmoendo o que havia jogado fora,
Uma gota se queimou e evaporou em nuvens de tristeza.
[ Cíntia Mara da Silva ]
quarta-feira, maio 12, 2010
Extrahumano X ExtraET Imaginário
O dia me faltou luz,
Na manhã, bem do amanha,
Podia o sol, não brilhar no dia,
Com a noite, da lua cinza e fria,
E essa lagoa preenchida com lagrimas,
Me pareceu, ser tão distantes de outros anos,
Cavamos, cavamos, cavamos...porque?
- não vemos a hora para saber o que tem no fundo?
O vento passa seco, sem frescor,
E aquele fruto doce, é tão amargo quanto a dor ?
Como se eu fosse uma árvore,
Tranquila, respirando, o ar que me deixa pura,
E meu ultimo suspiro, respirou o ser humano,
Cortando minha madeira, arrancando minhas raizes,
Com sua destruição, e imconprienção,
-Quem me dera, se eu fosse de outro planeta,
-E me chamassem, de ET de marte,
-Sera que eu seria pior ser que já existiu no universo?
[Cíntia Mara da Silva ]
Na manhã, bem do amanha,
Podia o sol, não brilhar no dia,
Com a noite, da lua cinza e fria,
E essa lagoa preenchida com lagrimas,
Me pareceu, ser tão distantes de outros anos,
Cavamos, cavamos, cavamos...porque?
- não vemos a hora para saber o que tem no fundo?
O vento passa seco, sem frescor,
E aquele fruto doce, é tão amargo quanto a dor ?
Como se eu fosse uma árvore,
Tranquila, respirando, o ar que me deixa pura,
E meu ultimo suspiro, respirou o ser humano,
Cortando minha madeira, arrancando minhas raizes,
Com sua destruição, e imconprienção,
-Quem me dera, se eu fosse de outro planeta,
-E me chamassem, de ET de marte,
-Sera que eu seria pior ser que já existiu no universo?
[Cíntia Mara da Silva ]
quinta-feira, abril 29, 2010
Um Ser de Outro Planeta
Invadimos a natureza,
Deixou-nos preocupados,
O planeta virou um podre lixo,
E ninguém quis saber de nada,
Anos e anos se passam,
E as pessoas se divertindo na água,
Anos e anos se passam, e não é mesma árvore,
Anos, anos se passam, e morremos na estrada.
[ Cíntia Mara da Silva ]
Deixou-nos preocupados,
O planeta virou um podre lixo,
E ninguém quis saber de nada,
Anos e anos se passam,
E as pessoas se divertindo na água,
Anos e anos se passam, e não é mesma árvore,
Anos, anos se passam, e morremos na estrada.
[ Cíntia Mara da Silva ]
segunda-feira, abril 19, 2010
O Tempo Roendo Nossa Madeira
O azul celeste na cor de um lápis,
Embranquecendo, se tornando inútil,
Quebrando-se com sua madeira fraca,
A cada minuto o vento leva o pó,
Que desfarela, sem ver que o tempo passa,
Junto aos grãos de areias, movidas pelos ventos,
Das memórias guardadas pelas águas,
Que o mar carrega silenciosamente.
[ Cíntia Mara da Silva ]
Embranquecendo, se tornando inútil,
Quebrando-se com sua madeira fraca,
A cada minuto o vento leva o pó,
Que desfarela, sem ver que o tempo passa,
Junto aos grãos de areias, movidas pelos ventos,
Das memórias guardadas pelas águas,
Que o mar carrega silenciosamente.
[ Cíntia Mara da Silva ]
sábado, abril 17, 2010
Rio de Lagrimas
O rio junto ao lago
que secou,
o riacho
invisíveis leitos
do vento,
que o evaporou
em outros ares,
o mar salgando
minhas lagrimas,
enchendo meu peito
de saudades,
de rio, lago e riacho.
- Olhe o que fiz
com as lagrimas!
- Um rio
que havia secado.
-Um lago
que não havia
mais nada.
- Um riacho
gigantesco,
de mil estrelas abandonadas.
Mas agora é salgada,
quanto doce
minha alma,
quanto doce
era o rio
que secou.
[ Cíntia Mara da Silva ]
que secou,
o riacho
invisíveis leitos
do vento,
que o evaporou
em outros ares,
o mar salgando
minhas lagrimas,
enchendo meu peito
de saudades,
de rio, lago e riacho.
- Olhe o que fiz
com as lagrimas!
- Um rio
que havia secado.
-Um lago
que não havia
mais nada.
- Um riacho
gigantesco,
de mil estrelas abandonadas.
Mas agora é salgada,
quanto doce
minha alma,
quanto doce
era o rio
que secou.
[ Cíntia Mara da Silva ]
quinta-feira, abril 08, 2010
Frio Isolado
O frio gelado em meu rosto,
a noite lavando as estrelas
como quem cobre o azul do seu dia,
na causada escura, desértica em seu abandono,
escondendo algo misterioso sombrio em sua face,
nivelando o dia que se abre a mim,
e escutado com os olhos,
invertendo com o brilho de cada estrela que foi embora,
e essa escuridão que deixou a noite chegar,
avistou o horizonte do outro lado do mar,
correndo futuramente no tempo dançar,
vagando pelo espaço vazio em cachoeiras bebidas pelos ventos,
o nada imaginar desenhos passados vividos no futuro,
e nem uma flor de rosas vermelha,
o dia voltara a ter o sol,
de todas as manhãs clarearem,
e sempre que tiver com frio
levante, caminhe de olhos fechados.
[ Cíntia Mara da Silva ]
a noite lavando as estrelas
como quem cobre o azul do seu dia,
na causada escura, desértica em seu abandono,
escondendo algo misterioso sombrio em sua face,
nivelando o dia que se abre a mim,
e escutado com os olhos,
invertendo com o brilho de cada estrela que foi embora,
e essa escuridão que deixou a noite chegar,
avistou o horizonte do outro lado do mar,
correndo futuramente no tempo dançar,
vagando pelo espaço vazio em cachoeiras bebidas pelos ventos,
o nada imaginar desenhos passados vividos no futuro,
e nem uma flor de rosas vermelha,
o dia voltara a ter o sol,
de todas as manhãs clarearem,
e sempre que tiver com frio
levante, caminhe de olhos fechados.
[ Cíntia Mara da Silva ]



