segunda-feira, maio 31, 2010


Ir Para o Nada

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Vamos para o todo desse mundo,
Vamos embora para o todo desse nada,
Feliz e infeliz, sentido mudo,
(iremos para o nada, e não saberemos nada)

[ Cíntia Mara da Silva ]

quinta-feira, maio 27, 2010


Nuvens 2

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O campo vasto com flores brancas,
O hino de um sino, é mais belo o canto do passarinho,
Os ventos ventam e ventaram, na direção que a gente dança,
Dancemos nos levamos, levantamos do chão e caminhamos,
Ao chegar as nuvens, sem que tenha voado, mais sonhado, algum dia chegarei.

[ Cíntia Mara da Silva ]

quarta-feira, maio 19, 2010


O Pensamento

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Minha cabeça é uma comeia de abelhas,
Zuummmm, zummmm,zummmm,
Cabeça com cabeça, ó dor de cabeça.

[ Cíntia Mara da Silva ]

A tristeza

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O fogo cobriu os olhos de quem chorou,
Sedento, resmoendo o que havia jogado fora,
Uma gota se queimou e evaporou em nuvens de tristeza.

[ Cíntia Mara da Silva ]

quarta-feira, maio 12, 2010


Extrahumano X ExtraET Imaginário

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O dia me faltou luz,
Na manhã, bem do amanha,
Podia o sol, não brilhar no dia,
Com a noite, da lua cinza e fria,
E essa lagoa preenchida com lagrimas,
Me pareceu, ser tão distantes de outros anos,
Cavamos, cavamos, cavamos...porque?
- não vemos a hora para saber o que tem no fundo?
O vento passa seco, sem frescor,
E aquele fruto doce, é tão amargo quanto a dor ?
Como se eu fosse uma árvore,
Tranquila, respirando, o ar que me deixa pura,
E meu ultimo suspiro, respirou o ser humano,
Cortando minha madeira, arrancando minhas raizes,
Com sua destruição, e imconprienção,
-Quem me dera, se eu fosse de outro planeta,
-E me chamassem, de ET de marte,
-Sera que eu seria pior ser que já existiu no universo?


[Cíntia Mara da Silva ]

quinta-feira, abril 29, 2010


Um Ser de Outro Planeta

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Invadimos a natureza,
Deixou-nos preocupados,
O planeta virou um podre lixo,
E ninguém quis saber de nada,
Anos e anos se passam,
E as pessoas se divertindo na água,
Anos e anos se passam, e não é mesma árvore,
Anos, anos se passam, e morremos na estrada.

[ Cíntia Mara da Silva ]

segunda-feira, abril 19, 2010


O Tempo Roendo Nossa Madeira

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O azul celeste na cor de um lápis,
Embranquecendo, se tornando inútil,
Quebrando-se com sua madeira fraca,
A cada minuto o vento leva o pó,
Que desfarela, sem ver que o tempo passa,
Junto aos grãos de areias, movidas pelos ventos,
Das memórias guardadas pelas águas,
Que o mar carrega silenciosamente.


[ Cíntia Mara da Silva ]