segunda-feira, abril 19, 2010


O Tempo Roendo Nossa Madeira

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O azul celeste na cor de um lápis,
Embranquecendo, se tornando inútil,
Quebrando-se com sua madeira fraca,
A cada minuto o vento leva o pó,
Que desfarela, sem ver que o tempo passa,
Junto aos grãos de areias, movidas pelos ventos,
Das memórias guardadas pelas águas,
Que o mar carrega silenciosamente.


[ Cíntia Mara da Silva ]

sábado, abril 17, 2010


Rio de Lagrimas

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O rio junto ao lago
que secou,
o riacho
invisíveis leitos
do vento,
que o evaporou
em outros ares,
o mar salgando
minhas lagrimas,
enchendo meu peito
de saudades,
de rio, lago e riacho.
- Olhe o que fiz
com as lagrimas!
- Um rio
que havia secado.
-Um lago
que não havia
mais nada.
- Um riacho
gigantesco,
de mil estrelas abandonadas.
Mas agora é salgada,
quanto doce
minha alma,
quanto doce
era o rio
que secou.


[ Cíntia Mara da Silva ]

quinta-feira, abril 08, 2010


Frio Isolado

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O frio gelado em meu rosto,
a noite lavando as estrelas
como quem cobre o azul do seu dia,
na causada escura, desértica em seu abandono,
escondendo algo misterioso sombrio em sua face,
nivelando o dia que se abre a mim,
e escutado com os olhos,
invertendo com o brilho de cada estrela que foi embora,
e essa escuridão que deixou a noite chegar,
avistou o horizonte do outro lado do mar,
correndo futuramente no tempo dançar,
vagando pelo espaço vazio em cachoeiras bebidas pelos ventos,
o nada imaginar desenhos passados vividos no futuro,
e nem uma flor de rosas vermelha,
o dia voltara a ter o sol,
de todas as manhãs clarearem,
e sempre que tiver com frio
levante, caminhe de olhos fechados.

[ Cíntia Mara da Silva ]

quarta-feira, abril 07, 2010


O Ser

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Apenas sonhando ao mesmo tempo pensando,
Apenas dizendo palavras ligadas a um único ser,
O do existir, a de sentir, a de falar, a de viver.

[ Cíntia Mara da Silva ]

sexta-feira, abril 02, 2010


Sorrir Sem Motivo pra Chorar

1
A minha árvore é de palmeira,
A minha vida é de trilhas sem fronteira.

E orbito a estrela lua, a estrela lua, a estrela celeste,
E a lua em seus perfeitos versos,
_Sorri margaridas!

Lá fora e dentro esta a lua, está o verso,
E minha canção na varada pendura.

E orbito a terra girando, a terra girando, a terra voando,
E a terra caindo no universo estragando,
_Sorri margaridas!

De cima surge a terra trincada, a terra alegando,
E a canção fica triste, a todos que sobrevivem nela.

E orbito minha vida, minha vida, minha mente,
Queria ter nascido coelho, queria ter nascido flor,
Menos o ser humano,
_Sorri, Sorri margaridas!

E nada infelizmente acontece do jeito que planejamos.

[ Cintia Mara da Silva ]

quinta-feira, março 25, 2010


Para Fabio Rocha

1
O cheiro do ar me enche o pulmão de inspiração,
E o martelo, martela minha mão,
Marretando cada palavra que vem em minha mente,
Arrastando cada milímetro escondido profundamente.

[ Cintia Mara da Silva ]

quarta-feira, março 24, 2010


Entre Duas Teorias do Mundo Existir

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As ideologias as teorias são muitas que não dá para acreditar sobre a existência de o mundo existir. O planeta foi feito de modos diferenciado. A razão certa cadê, todas são certas, mais claro cada um com suas teorias. E ai?
Como fica essa história do mundo existir, do universo existir. Vira conflitos que se batem, e nada, e nada é tão confuso quanto isso, por que duas teorias no mesmo sentido, se a duas são totalmente diferentes. E penso, a verdade existe ou não existe?



Entre Duas Teorias



Aliás, aliás, aliás,
Por que se brigão entre conflitos,
Se ninguém pode provar,
O velho universo, não revelara seus segredos,
Admitem que não sabem, e termine a guerra,
Nós somos novos no verso da terra,
A quem dirá se não provar,
Pode ser que teorias chegam à resposta,
Mas você sabe do passado?
Pode ter sido diferente do imaginar.
Aliás, aliás, aliás,
Podemos imaginar o que não foi feito,
E deixar de pensar bobeira,
Venha na roda e contemple o saber,
Não deixa ninguém enganar você.
Aliás, aliás, aliás,
Será que a matéria, a física do universo era outra?
Você não sabe o que aconteceu?
Termine o conflito e não briguem.


“Só saberemos a verdade do universo, da terra, de nós mesmo existir, se houver alguém que presenciou o começo da história com meio, e fim. E claro ninguém viu, e por isso não provará nada.”


E nós como ficamos?
Se existe vida aqui na terra, é porque algo formou. E como formou?Por que só nosso planeta?
Porque não existe vida em outros planetas também?Por que não júpiter, marte, saturno?Ou até vida inteligente em outras galáxias. E vem a DUVIDA. Mas claro a ciência! Só que não se saiu bem no poema.
Fica confuso pensar com duas teorias com o mesmo objetivo.
Será Deus! Mais isso é um ser que muitos falam que existe, e vários dizem que não existe. É onde a religião sai ganhando. Mais ainda não prova nada.



Um Pequeno Verso



Alguns têm duvidas entre existir, e não existir.


Eu quero entender esse mundo de nosso viver,
Como começo nossa existência, nosso planeta,
Deus que fez o mundo em sete dias?
O mundo nasceu através da explosão do big-bang?
Deus que fez Adão e Eva?
Nós nascemos das águas em tipos variados?
Até dos primatas macacos?
E como comprova a ciência,
Será guerra de conflitos de novo,
Podemos chegar a concordar um com o outro,
E se ter uma só conclusão.


“O que a ciência prova, a religião não prova. O que a religião prova, a ciência não prova. Uma pedra se colidindo com a outra.”


Mas como os cientistas provam que deus não existe, se a igreja cura as pessoas, isso é meio estranho não é? E por que a ciência não prova isso? Eu não sou religiosa só penso no possível que imagino.
Só que ninguém saberá como o mundo foi feito certamente.
Não importa se foi Deus ou a explosão do big-bang, ou outra coisa que inventam, quero apenas desvendar o que as pessoas andam dizendo.


[ Cintia Mara da Silva ]