A areia fechava-se de folhas desenhadas
pesando em cada nuvem decida,
a terra é só asfalto bêbado
que transita fresca-mente,
a linha um riso alegre
ganhado pela tristeza,
o PARAÍSO?
[ Cintia Mara da Silva ]
quinta-feira, novembro 18, 2010
sexta-feira, outubro 08, 2010
Primeira Guerra
E-lá se foi o ultimo grito de despedida saudade,
Bem perto do céu e longe do Paraíso mar,
Luta há sua própria existência in-liberta!
Em correntezas fortes, da escapada sorte,
Nascente da velha ignorância dos homens,
O mundo desabou em bolas de neve, que derretem na boca,
O vento friamente varreu todo chão coberto do pó
Que restou.
[ Cíntia Mara da Silva ]
sexta-feira, outubro 01, 2010
Nuvens *_*
Hoje o céu tinha poucas nuvens,
o seco lhe fez ir embora correndo,
fugir para o fresco clima respirar.
A tantas partidades que se cura no ar...
Afogando-me o peixe azul que eu iria comer no almoço.
Brisas rivais da terra rachada de problemas! Problemas de mais, problemas que eu queria resolver...
Hoje o céu tinha poucas nuvens
e eu aqui sentada me regando no mar...
A quantas terras amanhecendo em fria brancura.
Os olhos me cegam o leito fadiga-do
E essa janela me via do outro lado encalhando a baleia que não sabe nadar.
Eu era a flor que se acabou no ar, que me trouxe o cheiro do mar...
Hoje o céu tinha poucas nuvens
e no alto parecia voar o lixo que comemos ontem.
O fundo marrom e amarelo foi engolido como dia atormentado.
E não chovia as nuvens que passavam
diante de um céu marrom amarelado.
[ Cintia Mara da Silva ]
o seco lhe fez ir embora correndo,
fugir para o fresco clima respirar.
A tantas partidades que se cura no ar...
Afogando-me o peixe azul que eu iria comer no almoço.
Brisas rivais da terra rachada de problemas! Problemas de mais, problemas que eu queria resolver...
Hoje o céu tinha poucas nuvens
e eu aqui sentada me regando no mar...
A quantas terras amanhecendo em fria brancura.
Os olhos me cegam o leito fadiga-do
E essa janela me via do outro lado encalhando a baleia que não sabe nadar.
Eu era a flor que se acabou no ar, que me trouxe o cheiro do mar...
Hoje o céu tinha poucas nuvens
e no alto parecia voar o lixo que comemos ontem.
O fundo marrom e amarelo foi engolido como dia atormentado.
E não chovia as nuvens que passavam
diante de um céu marrom amarelado.
[ Cintia Mara da Silva ]
segunda-feira, setembro 20, 2010
..
O vento me deixou vazia,
Não penso, não invento o passado,
Pois me arrancou um navio,
Naufragou e morreu os corpos,
Dos piratas que roubam o vinho
Das uvas e dos mendigos,
Que voa feito um passarinho.
[ Cintia Mara da Silva ]
sábado, setembro 11, 2010
...
vivo
para
morrer,
como
um velho
que acabou
de nascer
do velho
que morreu depois.
[ Cíntia Mara da Silva ]
quinta-feira, setembro 09, 2010
Na mesma lágrima (Pessoas)
Voais embora
para rir,
voais nas nuvens
para chorar,
e beberá
minhas lágrimas
quando cair,
e chorará também
as lágrimas
das outras lágrimas
que eu bebi.
[ Cíntia Mara da Silva ]



